Escolher Agência

Que nível de acesso dar para a agência nas minhas contas de anúncio e no Business Manager sem perder o controle?

A regra é uma só: dê ACESSO de trabalho, nunca a PROPRIEDADE dos ativos. Veja os níveis certos no Meta (acesso de Parceiro) e no Google Ads (5 níveis, com Padrão para a agência), quais ativos precisam ficar no seu nome, o passo a passo para conceder e como remover o acesso ao trocar de agência, com fonte oficial.

Vinícius Ragazzi
Por Vinícius RagazziAtualizado em 1 de julho de 2026 · 14 min de leitura
TL;DR

Dê à agência ACESSO para operar, nunca a PROPRIEDADE. No Meta, use acesso de Parceiro pelo ID do Business Manager dela; no Google, acesso Padrão pela conta de gestor. Os ativos ficam no seu nome e você remove o acesso quando quiser.

Pontos-chave
  • O Google Ads tem 5 níveis de acesso (Administrador, Padrão, Somente leitura, Faturamento e Somente e-mail), e só o Administrador concede acesso ou muda o nível dos outros. Para a agência que opera o dia a dia, o nível Padrão edita campanhas sem controlar usuários, segundo a Ajuda do Google Ads.
  • Dar acesso à conta de gestor (MCC) da agência NÃO transfere a propriedade dos seus dados: a conta de cliente continua sendo a dona e pode remover esse acesso a qualquer momento, segundo a Ajuda do Google Ads.
  • O próprio Google recomenda dar a cada usuário só o acesso mínimo necessário, ativar a verificação em duas etapas, revisar quem tem acesso e remover quem saiu, sem compartilhar login, segundo a Ajuda do Google Ads.

Faz parte do guia: Como escolher uma agência de marketing odontológico?

Nesta página
  1. TL;DR
  2. Pontos-chave
  3. Acesso não é propriedade: o conceito que resolve tudo
  4. O que é o Business Manager da Meta e a conta de gestor (MCC) do Google
  5. Meta: os níveis de acesso (admin, funcionário e financeiro)
  6. Meta: acesso de Parceiro vs adicionar e-mail individual
  7. Google Ads: os 5 níveis de acesso
  8. Conta de gestor (MCC) do Google: você continua dono dos dados
  9. Os ativos que a clínica precisa POSSUIR (não só acessar)
  10. O erro que te prende: a agência criar o ativo no nome dela
  11. Boas práticas de segurança para não perder o controle
  12. Passo a passo: como conceder acesso do jeito certo
  13. Offboarding: como remover a agência ao trocar
  14. Red flags: o que NÃO aceitar no pedido de acesso
  15. Seu próximo passo
  16. Perguntas frequentes

"Que nível de acesso eu dou pra agência nas minhas contas de anúncio e no Business Manager sem perder o controle da clínica?"

A agência pediu acesso de administrador em tudo, e você travou.

A pergunta certa não é "dou ou não dou acesso". É "qual nível, em qual ativo, e de quem fica a propriedade no fim".

Porque acesso e propriedade são coisas diferentes. Você pode deixar a agência operar todo dia sem que um único ativo saia do seu nome.

A regra que resolve o guia inteiro cabe numa linha: dê acesso de trabalho, nunca a propriedade. No Google, o próprio manual da plataforma confirma que vincular sua conta à conta de gestor da agência não transfere a posse dos seus dados, e você remove esse acesso quando quiser. No Meta, o acesso de Parceiro faz o mesmo: a agência gerencia, os ativos continuam seus.

Neste guia você vai ver:

  • A diferença entre acesso e propriedade (o conceito que evita quase toda a dor)
  • Os níveis de acesso do Meta e do Google, e qual dar para a agência
  • Quais ativos precisam nascer e viver no seu nome
  • O passo a passo para conceder acesso do jeito certo
  • Como remover a agência ao trocar, sem ficar na mão
  • Os sinais de alerta no pedido de acesso

Acesso não é propriedade: o conceito que resolve tudo

Antes de qualquer clique, fixe esta distinção. Ela é a raiz de quase todo problema de dono de clínica com agência.

Propriedade é ser o titular do ativo: a conta de anúncios, o pixel, a página, o número de WhatsApp estão no seu Business Manager e na sua conta Google, no seu nome.

Acesso é a permissão que você concede a alguém para trabalhar naquele ativo que é seu.

Uma agência séria só precisa de acesso. Ela entra, roda as campanhas, otimiza, entrega relatório e sai, tudo sem nunca ser dona de nada.

Quando a propriedade fica com você, trocar de agência é remover um acesso. Quando a propriedade fica com a agência, trocar de agência vira perder a conta, o histórico do pixel e o número que os pacientes já conhecem.

Lembre: o ativo é o patrimônio da clínica. A agência é prestadora de serviço nele. Confundir os dois é como deixar o contador virar dono do seu CNPJ.

O que é o Business Manager da Meta e a conta de gestor (MCC) do Google

Os dois nomes assustam, mas o papel é o mesmo: são "cofres" onde os ativos ficam guardados e onde você decide quem entra.

Business Manager da Meta (agora Central de Contas do Meta Business) é onde a sua clínica concentra a página do Facebook, o perfil do Instagram, a conta de anúncios, o pixel ou dataset e o catálogo, e gerencia quem tem acesso a cada um. O seu BM é da clínica. A agência tem o BM dela.

Conta de gestor do Google Ads (MCC, Manager Account) é uma conta que administra várias contas de anúncio de uma vez. A agência usa a MCC dela para tocar as campanhas de vários clientes de um painel só.

O ponto que quase ninguém explica: a MCC da agência acessa a sua conta, não vira dona dela. Segundo a Ajuda do Google Ads, conceder acesso administrativo a uma conta de gestor não transfere a propriedade dos dados. A conta de cliente continua a dona.

Ou seja: os dois cofres podem ser conectados sem que a chave mude de mão.

Meta: os níveis de acesso (admin, funcionário e financeiro)

No Meta, cada pessoa recebe um tipo de acesso. Escolher errado aqui é dar poder demais ou de menos.

O acesso de administrador dá controle total sobre o negócio: configurações, pessoas, contas e ferramentas. O acesso de funcionário limita a pessoa apenas aos ativos e ferramentas que um administrador atribuir a ela.

Além disso, existem duas funções financeiras separadas: o analista financeiro só visualiza os dados financeiros, e o editor financeiro visualiza e edita (mexe em forma de pagamento, fatura, limite de gasto).

Veja quem recebe o quê:

Tipo de acesso no Meta O que permite Para quem
Administrador Controle total: configurações, pessoas, contas e ferramentas Você (dono) e um sócio de confiança
Funcionário Só os ativos e ferramentas atribuídos por um admin Equipe interna que opera parte
Analista financeiro Só visualiza dados financeiros Contador que só acompanha
Editor financeiro Visualiza e edita dados financeiros Financeiro que gerencia pagamento

Repare: nenhum desses é o jeito certo de colocar a agência. Para agência existe um caminho próprio, o acesso de Parceiro, que vem a seguir.

Meta: acesso de Parceiro vs adicionar e-mail individual

Aqui está o erro mais comum de setup no Meta: adicionar o e-mail do gestor da agência como uma pessoa solta no seu negócio.

Funciona, mas é frágil. Se aquela pessoa sair da agência, o acesso vai junto com ela, e você fica remendando permissão por permissão.

O jeito certo para agência é o acesso de Parceiro. Você informa o ID do Business Manager da agência e atribui a ela os ativos que ela vai operar (página, conta de anúncios, pixel) de uma vez só.

As vantagens do acesso de Parceiro:

  • A propriedade continua sua. Você está compartilhando acesso a partir do seu BM, não movendo o ativo para o BM da agência.
  • Atribuição num lugar só. Você define os ativos e as tarefas (gerenciar campanhas, por exemplo) de uma vez, sem depender de um e-mail específico.
  • Offboarding numa ação. Quando a parceria acaba, você remove o parceiro e todo o acesso dele cai junto.

Pensa assim: adicionar e-mail individual é dar uma cópia da chave para uma pessoa. Acesso de Parceiro é liberar a empresa toda pela portaria, com registro e revogação num clique.

O Google é mais explícito que o Meta: são níveis nomeados, do mais alto ao mais baixo. Saber o que cada um faz evita dar Administrador por reflexo.

Segundo a Ajuda do Google Ads, existem cinco níveis de acesso de usuário:

Nível (Google Ads) O que permite Bom para
Administrador Controle total: edita campanhas, concede acesso, muda níveis, cancela convites Você e um responsável da clínica
Padrão Edita campanhas e vê tudo, mas não gerencia usuários nem a hierarquia A agência que opera o dia a dia
Somente leitura Visualiza campanhas, relatórios e ferramentas de planejamento, sem editar Sócio ou contador que só acompanha
Faturamento Acessa e edita informações de faturamento Quem cuida do financeiro
Somente e-mail Recebe e-mails de notificação e relatórios Quem só quer o report

O detalhe que protege o seu controle: segundo a mesma Ajuda do Google Ads, apenas o Administrador pode conceder acesso, alterar o nível de outros usuários e cancelar convites. O nível Padrão edita campanhas, mas não gerencia usuários nem a hierarquia.

Traduzindo para a sua clínica: a agência trabalha muito bem no Padrão. Administrador é seu. Assim, ela otimiza tudo, mas não pode te tirar da sua própria conta nem adicionar terceiros sem você saber.

Conta de gestor (MCC) do Google: você continua dono dos dados

Esse é o ponto onde mais dono de clínica se assusta à toa. Vincular sua conta à MCC da agência soa como "entregar a conta". Não é.

Segundo a Ajuda do Google Ads, ao vincular uma conta de cliente já existente a uma conta de gestor, não há transferência automática de propriedade. A conta de gestor só se torna proprietária se você autorizar explicitamente (a exceção são contas recém-criadas pela própria gestora, por isso a conta deve nascer sua).

E o controle de saída também é seu. A mesma Ajuda do Google Ads confirma que um usuário do cliente com acesso administrativo pode remover a autorização de propriedade da conta de gestor a qualquer momento, desde que a conta mantenha ao menos um administrador próprio.

Lembre: por isso a regra de ouro do Google é manter sempre pelo menos um Administrador que é você (ou da clínica). Enquanto esse admin existir, nenhuma agência prende a sua conta.

Quer entender a fundo o que fica com você quando a parceria termina? Veja se a conta de anúncios e o pixel ficam com você ao sair da agência.

Os ativos que a clínica precisa POSSUIR (não só acessar)

Acesso você concede e revoga. Propriedade você não pode perder. Estes são os ativos que precisam nascer e viver no seu nome, sob o seu Business Manager e a sua conta Google.

  • Conta de anúncios (Meta e Google): onde a verba roda e o histórico de otimização mora.
  • Pixel ou dataset (Meta) e as conversões (Google): o histórico de conversão que o algoritmo usa para achar paciente. Perder o pixel é perder o aprendizado acumulado.
  • Página do Facebook e perfil do Instagram: a identidade pública e os seguidores da clínica.
  • Número de WhatsApp Business: é o canal onde o paciente cai e para onde ele volta. Nunca deve ser um número da agência.
  • Catálogo (se usar) e a forma de pagamento: cartão ou fatura sempre no nome da clínica.

O pixel merece um parêntese. Nas clínicas atendidas pela Odonto Results, esse histórico de conversão é parte do que sustenta a previsibilidade da campanha ao longo do tempo, dados internos da Odonto Results. Se ele está no BM da agência, você reconstrói do zero a cada troca.

Ativo Quem deve ser dono Acesso da agência
Conta de anúncios Meta Clínica Parceiro, tarefa de gerenciar
Página e Instagram Clínica Parceiro
Pixel / dataset Clínica Parceiro
Conta Google Ads Clínica Padrão, via conta de gestor
Número de WhatsApp Clínica Operacional, nunca titular
Forma de pagamento Clínica Nunca

O erro que te prende: a agência criar o ativo no nome dela

Agora a armadilha que causa mais dano, e que quase sempre passa despercebida no começo.

A agência, para "agilizar", cria a sua conta de anúncios, o seu pixel ou a sua página dentro do Business Manager dela. Tudo funciona, os anúncios sobem, e você nem percebe.

O problema aparece no dia da troca. Como o ativo nasceu no BM da agência, ele é propriedade dela, não sua. Aí você descobre que o pixel com anos de dados, a conta com histórico e às vezes até a página estão do outro lado.

O certo é o inverso: os ativos nascem no seu BM e você dá acesso de Parceiro à agência. Se algum ativo já está preso no BM da agência, dá para pedir a transferência de propriedade de volta, mas isso depende da boa vontade dela, e é exatamente a situação que você quer evitar de saída.

Por isso, antes de assinar, a pergunta certa é simples: "os ativos ficam no MEU Business Manager e na MINHA conta Google, e você entra só como acesso?". A resposta precisa ser sim.

Boas práticas de segurança para não perder o controle

Dar o acesso certo é metade. Proteger quem tem acesso é a outra. O próprio Google publica um conjunto de práticas que valem para qualquer conta.

Segundo a Ajuda do Google Ads, o recomendado é:

  1. Menor privilégio. Conceda a cada usuário apenas o nível mínimo necessário. A agência opera no Padrão, quem só olha fica no Somente leitura.
  2. Verificação em duas etapas. Ative a 2FA na conta. É a barreira que segura invasão mesmo com a senha vazada.
  3. Revisar quem tem acesso. Confira periodicamente a lista de usuários e parceiros. Acesso esquecido é porta aberta.
  4. Remover quem saiu. Tirou alguém do time (seu ou da agência)? Remova o acesso na hora.
  5. Nunca compartilhar login. Cada pessoa entra com o próprio acesso nominal, nunca com uma senha compartilhada. É o que dá rastro de quem fez o quê.

Essas cinco regras valem igual no Meta: menor privilégio, 2FA no seu Business Manager, revisão de parceiros e acessos, e acesso por identidade (ID de BM ou e-mail nominal), nunca por senha compartilhada.

Passo a passo: como conceder acesso do jeito certo

Com o conceito claro, a execução é rápida. São dois fluxos, um por plataforma.

No Meta (acesso de Parceiro):

  1. Tenha o seu Business Manager, com a página, o Instagram, a conta de anúncios e o pixel dentro dele, no seu nome.
  2. Peça à agência o ID do Business Manager dela (um número que ela encontra nas configurações do negócio).
  3. No seu BM, vá em Configurações do negócio, seção Parceiros, e adicione o parceiro pelo ID.
  4. Atribua os ativos (página, conta de anúncios, pixel) com a tarefa de gerenciar campanhas, sem dar controle total.

No Google Ads (via ID de cliente):

  1. Tenha a sua conta Google Ads no seu login, com você como Administrador.
  2. Peça à agência o ID de cliente da conta de gestor (MCC) dela (dez dígitos).
  3. A agência envia uma solicitação de vínculo pela MCC. Você aprova em Ferramentas e configurações, seção Acesso e segurança.
  4. Conceda o nível Padrão à conta da agência (Administrador só se houver motivo real). Vincular não transfere propriedade: você continua dono.

Offboarding: como remover a agência ao trocar

Ninguém contrata agência pensando em sair, mas a estrutura certa é justamente a que torna a saída indolor. Se você seguiu o passo a passo acima, isso aqui é rápido.

No Meta: vá em Configurações do negócio, seção Parceiros, selecione a agência e remova. Numa única ação, todo o acesso dela aos seus ativos cai, e página, conta e pixel continuam no seu BM.

No Google Ads: segundo a Ajuda do Google Ads, vá em Acesso e segurança (menu Administrador), localize o usuário e, na coluna Ações, selecione Remover acesso. Em seguida, desvincule a conta de gestor da agência. Como você manteve um Administrador próprio, a conta segue 100% sua.

O contraste é claro: quem é dono dos ativos faz o offboarding em minutos. Quem deixou a agência ser dona negocia a devolução. Veja o roteiro completo de como sair da agência sem perder contas e dados.

Red flags: o que NÃO aceitar no pedido de acesso

Nem todo pedido de acesso é honesto. Alguns são o começo de uma dependência. Estes são os sinais de alerta.

  • Quer criar a conta de anúncios ou o pixel no Business Manager dela, não no seu. É o principal aprisionamento.
  • Pede a forma de pagamento no nome da agência. O cartão e a fatura são da clínica, sempre.
  • Se recusa a te dar Administrador da sua própria conta, ou diz que "a conta é da agência". A conta é sua.
  • Só te dá Somente leitura ou nada. Você tem que enxergar o que roda com o seu dinheiro.
  • Pede seu login e senha em vez de acesso por ID de BM ou e-mail nominal. Acesso sério é por identidade, nunca por senha compartilhada.
  • Não documenta os IDs para você (ID do Business Manager, ID de cliente do Google, ID do pixel). Sem os números na mão, você não audita nada.

Nenhum desses itens é detalhe técnico. Cada um decide se, no dia da troca, você sai com o seu patrimônio ou começa do zero. Para o quadro completo de sinais numa proposta, veja o guia de como escolher agência de marketing odontológico.

Seu próximo passo

  1. Faça o inventário de propriedade. Liste conta de anúncios, pixel, página, Instagram, WhatsApp, catálogo e forma de pagamento, e confirme, um por um, que estão no SEU Business Manager e na SUA conta Google. O que estiver no nome da agência, marque para regularizar.
  2. Conceda acesso pelo caminho certo. No Meta, acesso de Parceiro pelo ID do BM da agência. No Google, nível Padrão pela conta de gestor. Ative a verificação em duas etapas e mantenha sempre um Administrador que é você.
  3. Combine o offboarding antes de começar. Deixe por escrito que os ativos são da clínica e que o acesso é removível numa ação. Se a agência resistir a isso, o alerta já acendeu.

Quer trabalhar com quem opera as suas contas mantendo a propriedade e a transparência do seu lado? Agende uma apresentação.

Perguntas frequentes

A agência precisa ser administradora da minha conta de anúncios?

Não. A agência precisa operar, não ser dona. No Meta, o acesso de Parceiro (pelo ID do Business Manager dela) deixa a agência gerenciar campanhas sem controlar sua conta. No Google Ads, o nível Padrão edita campanhas sem gerenciar usuários. Administrador da sua conta é você.

Qual nível de acesso do Google Ads devo dar para a agência?

Padrão, na maioria dos casos. Segundo a Ajuda do Google Ads, o nível Padrão edita campanhas e vê tudo, mas não concede acesso a outros nem muda a hierarquia da conta. Reserve Administrador para você e alguém de confiança da clínica, e use Somente leitura para quem só acompanha.

Dar acesso pela conta de gestor (MCC) transfere a propriedade da minha conta?

Não. Segundo a Ajuda do Google Ads, conceder acesso administrativo a uma conta de gestor não transfere a propriedade dos dados: a conta de cliente continua dona e pode remover a autorização a qualquer momento. Vincular uma conta que já existe ao MCC não muda a posse sem a sua autorização explícita.

O que é acesso de Parceiro no Meta e por que usar?

É o método indicado para agências no Meta: você informa o ID do Business Manager da agência e atribui a ela os ativos (página, conta de anúncios, pixel) de uma vez, sem entregar a propriedade. A vantagem é o offboarding: quando a parceria acaba, você remove a agência numa única ação e os ativos continuam seus.

Como removo o acesso da agência quando troco de agência?

No Meta, em Configurações do negócio, seção Parceiros, selecione a agência e remova: todo o acesso dela aos seus ativos cai de uma vez. No Google Ads, segundo a Ajuda do Google Ads, vá em Acesso e segurança, localize o usuário e, na coluna Ações, selecione Remover acesso, e desvincule a conta de gestor.

Quais ativos eu, como dono da clínica, preciso ter no meu nome?

Conta de anúncios, pixel ou dataset, página do Facebook, perfil do Instagram, número de WhatsApp, catálogo e a forma de pagamento. Tudo isso deve nascer e viver no seu Business Manager e na sua conta Google, com a agência entrando só como acesso. Se algum ativo estiver no nome da agência, você não é o dono.